Hoje é assim que me sinto.
Uma colega da sala do meu filhote hoje fez anos, convidou 2 amiguinhas para irem almoçar fora, claro com a companhia da mãe da aniversariante.
Nada de especial, certo?
Claro que sim, não fosse o facto de os alunos do 4º ano serem só 4, as 3 meninas e o meu filhote.
Na mesma sala estão mais 5 alunos, do 3º ano, que também não foram convidados para o dito almocinho.
Comentário do meu filhote: "Mãe a M...... convidou as meninas mas eu também sou do 4º ano e ela não me convidou, achas que foi por eu ser diabético?".
" claro que não filhote, sabes foi um almoço de meninas, ela também não convidou mais ninguém da sala."
" não mas os outros são todos do 3º ano eu sou o único do 4ºano" respondeu ele.
Será que foi mesmo um "almoço de meninas" ou será que isto é mais uma demonstração de discriminação.
Fiquei tão triste!!
Este blog serve para partilhar dúvidas, ansiedades, medos e doces alegrias com familiares e amigos de crianças diabéticas.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Estamos bem
Tenho estado muito ausente deste nosso espaço de partilha.
Muito trabalho.
Muito cansada.
Pouca paciência para escrever.
Estamos bem.
Prometo que em breve retomo a minha "mania" de escrever e de vos encher com as minhas novidades.
Muito trabalho.
Muito cansada.
Pouca paciência para escrever.
Estamos bem.
Prometo que em breve retomo a minha "mania" de escrever e de vos encher com as minhas novidades.
domingo, 24 de abril de 2011
Conversar com o seu filho sobre a diabetes
Por vezes é dificil falar sobre diabetes com os nossos filhos, por isso aqui vai, retirei do blog minhafilha diabética, da Nicole.
Muito obrigada Nicole por partilhar connosco um tema tão importante.
Fonte: http://www.joslin.org/info/how_to_talk_to_your_child_about_diabetes.html
Saber que seu filho tem diabetes é difícil. Descobrir como explicar diabetes para o seu filho pode parecer ainda mais.
Aqui estão algumas dicas de Debbie Butler, Clínica Social , Pediatria e de Comportamento e Saúde Mental, Joslin Clinic, para te ajudar quando for falar com seus filhos sobre o seu diagnóstico de diabetes.
Seja honesto e aberto – Sempre diga a verdade, mesmo quando é difícil. Incentive seu filho a fazer perguntas e manter um diálogo aberto.
Mantenha a conversa na faixa etária apropriada – Uma criança pequena não precisa do mesmo tipo de detalhe que você diria a um adolescente. Certifique-se de usar a linguagem que melhor se adapta à sua idade da criança e prontidão.
Não é sua culpa – especialmente as crianças mais jovens precisam saber que eles não fizeram nada que os levaram a ter diabetes. Não é porque eles são “Maus” ou fizeram algo errado.
Explique a doença – Diga ao seu filho que o diabetes não vai embora, não vai passar, como um resfriado. Além disso, alguns filhos acham que eles vão morrer de diabetes, pois a primeira parte da palavra soa como morrer (isso em inglês ok? A pronúncia do dia-betes é “dai” que é igual a pronúncia de “die” que significa MORRER). Garanta-lhes que este não é o caso!
Tudo bem ficar chateado - Deixe o seu filho saber que é normal ficar chateado ao ter diabetes. Incentive seu filho a falar sobre seus sentimentos.
Seja positivo – Verifique se o seu filho sabe que ele pode fazer as mesmas coisas que uma criança sem diabetes. Você pode manter o diabetes sob controle e viver uma normal e vida saudável.
Muito obrigada Nicole por partilhar connosco um tema tão importante.
Fonte: http://www.joslin.org/info/how_to_talk_to_your_child_about_diabetes.html
Saber que seu filho tem diabetes é difícil. Descobrir como explicar diabetes para o seu filho pode parecer ainda mais.
Aqui estão algumas dicas de Debbie Butler, Clínica Social , Pediatria e de Comportamento e Saúde Mental, Joslin Clinic, para te ajudar quando for falar com seus filhos sobre o seu diagnóstico de diabetes.
Seja honesto e aberto – Sempre diga a verdade, mesmo quando é difícil. Incentive seu filho a fazer perguntas e manter um diálogo aberto.
Mantenha a conversa na faixa etária apropriada – Uma criança pequena não precisa do mesmo tipo de detalhe que você diria a um adolescente. Certifique-se de usar a linguagem que melhor se adapta à sua idade da criança e prontidão.
Não é sua culpa – especialmente as crianças mais jovens precisam saber que eles não fizeram nada que os levaram a ter diabetes. Não é porque eles são “Maus” ou fizeram algo errado.
Explique a doença – Diga ao seu filho que o diabetes não vai embora, não vai passar, como um resfriado. Além disso, alguns filhos acham que eles vão morrer de diabetes, pois a primeira parte da palavra soa como morrer (isso em inglês ok? A pronúncia do dia-betes é “dai” que é igual a pronúncia de “die” que significa MORRER). Garanta-lhes que este não é o caso!
Tudo bem ficar chateado - Deixe o seu filho saber que é normal ficar chateado ao ter diabetes. Incentive seu filho a falar sobre seus sentimentos.
Seja positivo – Verifique se o seu filho sabe que ele pode fazer as mesmas coisas que uma criança sem diabetes. Você pode manter o diabetes sob controle e viver uma normal e vida saudável.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Que desespero
Mesmo a fazer tudo certinho, comida saudável, exercicio fisico, doses de insulina sempre com o maior cuidado...
A Hemoglobina não desce, até pelo contrário subiu para 8,5%...
Nova fase nos espera:
Mudança de insulina e alteração das unidades de insulina...
vamos ver se é desta que a glicémia desce um pouco.
A Hemoglobina não desce, até pelo contrário subiu para 8,5%...
Nova fase nos espera:
Mudança de insulina e alteração das unidades de insulina...
vamos ver se é desta que a glicémia desce um pouco.
terça-feira, 22 de março de 2011
Bomba infusora de insulina

Ai como eu gostava que o meu filhote tivesse uma!!
Infelizmente não são atribuidas bombas ao Hospital onde o meu mais que tudo pequeno é seguido, vamos lá perceber...
É este o País que temos, o Governo que temos...
Mas sim há dinheiro para outras coisas...
Coisas mais importantes? Mais visiveis aos olhos de quem interessa, certo?
Haverá condição mais importante do que a saúde e bem estar das nossas crianças, dos nossos filhos?
Claro que não!!
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
O que é a Diabetes Tipo 1
"Para começar a explicar devemos relembrar do sistema imunológico. Este sistema imunológico é responsável pelas defesas naturais de nosso organismo contra vírus, bactérias, vermes, etc. Com ele nós entramos em contato com inúmeros agentes infecciosos a cada minuto sem desenvolver qualquer tipo de sintoma. Apenas para dar um exemplo, o sistema imunológico funciona como se fosse um policial que protege nosso organismo.
No caso do diabetes tipo 1, o sistema imunológico ficou louco. É isto mesmo! Em vez de ele somente proteger o nosso organismo ele resolve também atacar as células produtoras de insulina localizadas no pâncreas chamadas células β. Este fato é denominado autoimunidade. Com isto, as células β são destruídas e não produz a insulina tão necessária para a nossa sobrevivência.
Ninguém sabe ao certo o motivo pelo qual o sistema imunológico resolve atacar o próprio organismo, as células β. O que se sabe é que a culpa é 30% da genética e 70% dos fatores ambientais.
Atualmente a teoria mais aceita para o desenvolvimento do diabetes tipo 1 é a seguinte:
Há tempos atrás (meses ou anos) o paciente entra em contato comum determinado vírus que tem semelhanças com as células β produtoras de insulina. O sistema imunológico então começa a destruir os vírus porém, devido à grande semelhança entre o vírus e as células β, o sistema imunológico começa equivocadamente a agredir as células β.
Fato interessante é que conforme frisado acima este processo de auto-destruição se inicia meses a anos antes da eclosão dos sintomas. A massa de células β é gradualmente destruída até que o percentual destruído é tão grande que a capacidade secretora de insulina se reduz muito e se iniciam os sintomas como beber muita água, urinar muito e perder peso.
O que não sabemos até hoje é quais são os genes exatamente relacionados ao diabetes tipo 1 e por que alguns pacientes desenvolvem o diabetes e por que outros pacientes não desenvolvem. Não sabemos também quais vírus ou outros agentes que desencadeiam este processo. "
Retirado do blog www.carloseduardocouri.blogspot.com
No caso do diabetes tipo 1, o sistema imunológico ficou louco. É isto mesmo! Em vez de ele somente proteger o nosso organismo ele resolve também atacar as células produtoras de insulina localizadas no pâncreas chamadas células β. Este fato é denominado autoimunidade. Com isto, as células β são destruídas e não produz a insulina tão necessária para a nossa sobrevivência.
Ninguém sabe ao certo o motivo pelo qual o sistema imunológico resolve atacar o próprio organismo, as células β. O que se sabe é que a culpa é 30% da genética e 70% dos fatores ambientais.
Atualmente a teoria mais aceita para o desenvolvimento do diabetes tipo 1 é a seguinte:
Há tempos atrás (meses ou anos) o paciente entra em contato comum determinado vírus que tem semelhanças com as células β produtoras de insulina. O sistema imunológico então começa a destruir os vírus porém, devido à grande semelhança entre o vírus e as células β, o sistema imunológico começa equivocadamente a agredir as células β.
Fato interessante é que conforme frisado acima este processo de auto-destruição se inicia meses a anos antes da eclosão dos sintomas. A massa de células β é gradualmente destruída até que o percentual destruído é tão grande que a capacidade secretora de insulina se reduz muito e se iniciam os sintomas como beber muita água, urinar muito e perder peso.
O que não sabemos até hoje é quais são os genes exatamente relacionados ao diabetes tipo 1 e por que alguns pacientes desenvolvem o diabetes e por que outros pacientes não desenvolvem. Não sabemos também quais vírus ou outros agentes que desencadeiam este processo. "
Retirado do blog www.carloseduardocouri.blogspot.com
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Lavar Sempre as mãos antes de medir a glicémia
Atenção, diabéticos: pedaços invisíveis de frutas nas mãos podem se misturar ao sangue coletado para exames, fazendo a taxa glicêmica parecer mais alta do que realmente é.Isso acontece porque os açúcares das frutas permanecem impregnados nos dedos até serem lavados em água corrente, é o que mostra um novo estudo. Mesmo a higienização das mãos com álcool não resolve o problema.Os pesquisadores dizem que o ato de descascar frutas logo antes de usar o monitor, ou mesmo ingerir frutas suculentas usando as mãos, pode levar à leitura imprecisa – mesmo limpando as mãos anteriormente com álcool.Os monitores de glicemia, também conhecidos como glicosímetros, funcionam da seguinte forma: uma gota de sangue é coletada da ponta do dedo e a amostra é analisada para detectar a quantidade de açúcar presente no sangue. Muitos diabéticos usam tais equipamentos diversas vezes ao dia para monitorar os níveis de glicose no sangue e determinar a quantidade de insulina a ser tomada.Aproximadamente 20 milhões de americanos são diabéticos, segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças daquele país.
No Brasil, a previsão é de que, em 20 anos, o número de casos aumente 67%.Um grupo de 10 voluntários saudáveis participarou do novo estudo, publicado na revista especializada Diabetes Care e liderado por Takahisa Hirose, da Juntendo University Graduate School of Medicine, de Tóquio (Japão). Nenhum deles era diabético, todos tinham níveis normais de glicemia no sangue.A equipe de pesquisa analisou a taxa glicêmica de todos os voluntários sob diversas condições. Primeiramente, os participantes esfregaram o dedo com álcool e passaram pela coleta de sangue antes de manusear frutas – para identificar a taxa glicêmica real destes indivíduos.Em seguida, os voluntários descascaram laranjas, uvas e kiwis e passaram pela coleta sem higienizar as mãos. Depois disso, realizaram coletas após limpar as mãos com álcool e novamente após as lavarem em água corrente.Quando as mãos foram lavadas logo depois dos voluntários descascarem as frutas, a leitura da glicemia foi a mesma daqueles que não haviam descascado as frutas – geralmente cerca de 90 miligramas por decilitro (mg/dL), taxa considerada normal.Mas, quando os voluntários descascaram as frutas e logo em seguida passaram pelos exames, os níveis mostrados pelo monitor apresentaram uma alta – para aproximadamente 170 mg/dL em média depois de descascar a laranja, 180 mg/dL depois de descascar o kiwi e 360 mg/dL depois de descascar a uva. E mesmo no caso dos voluntários que esfregaram as mãos com álcool entre uma fruta e outra, a leitura continuou acima do normal. Resultados corretos não foram produzidos mesmo depois de cinco higienizações das mãos.No manual de instruções que acompanha os monitores de glicemia, o usuário é geralmente orientado a limpar os dedos com álcool antes de realizar a leitura. Mas, a equipe de pesquisa diz que pode ser que nem sempre isso funcione.“As pessoas estão acostumadas a perfurar o dedo, coletar a amostra de sangue e presumir que a leitura do monitor reflita o nível glicêmico real”, disse Robert Cohen, que estuda o diabetes no Centro Médico da Universidade de Cincinnati (EUA) e não participou do estudo. Segundo disse ele à Reuters Health, os pacientes realmente precisam checar alguns pontos antes de decidirem se o exame foi ou não realizado corretamente. Cohen diz que o exemplo presente neste estudo pode parecer bastante óbvio: resíduos de açúcar nos dedos podem interferir na leitura do monitor. Mesmo assim, ele considera a descoberta importante. Cohen explica que ao utilizar o monitor, o usuário presume que o que está sendo avaliado é o nível glicêmico de seu sangue e não o açúcar presente em suas mãos.“Uma leitura incorreta pode levar o diabético a tomar uma dose desnecessária de insulina. Ele pode correr o risco de ter uma baixa glicêmica devido aos dados incorretos”, disse Cohen.Os autores do estudo concluíram que devemos sempre lavar as mãos antes de utilizar o monitor de glicemia e não confiar na higienização com álcool, principalmente depois do manuseio de frutas.* Por Genevra Pittman
Retirado do blog marianavivendocomdiabete.blogspot.com
No Brasil, a previsão é de que, em 20 anos, o número de casos aumente 67%.Um grupo de 10 voluntários saudáveis participarou do novo estudo, publicado na revista especializada Diabetes Care e liderado por Takahisa Hirose, da Juntendo University Graduate School of Medicine, de Tóquio (Japão). Nenhum deles era diabético, todos tinham níveis normais de glicemia no sangue.A equipe de pesquisa analisou a taxa glicêmica de todos os voluntários sob diversas condições. Primeiramente, os participantes esfregaram o dedo com álcool e passaram pela coleta de sangue antes de manusear frutas – para identificar a taxa glicêmica real destes indivíduos.Em seguida, os voluntários descascaram laranjas, uvas e kiwis e passaram pela coleta sem higienizar as mãos. Depois disso, realizaram coletas após limpar as mãos com álcool e novamente após as lavarem em água corrente.Quando as mãos foram lavadas logo depois dos voluntários descascarem as frutas, a leitura da glicemia foi a mesma daqueles que não haviam descascado as frutas – geralmente cerca de 90 miligramas por decilitro (mg/dL), taxa considerada normal.Mas, quando os voluntários descascaram as frutas e logo em seguida passaram pelos exames, os níveis mostrados pelo monitor apresentaram uma alta – para aproximadamente 170 mg/dL em média depois de descascar a laranja, 180 mg/dL depois de descascar o kiwi e 360 mg/dL depois de descascar a uva. E mesmo no caso dos voluntários que esfregaram as mãos com álcool entre uma fruta e outra, a leitura continuou acima do normal. Resultados corretos não foram produzidos mesmo depois de cinco higienizações das mãos.No manual de instruções que acompanha os monitores de glicemia, o usuário é geralmente orientado a limpar os dedos com álcool antes de realizar a leitura. Mas, a equipe de pesquisa diz que pode ser que nem sempre isso funcione.“As pessoas estão acostumadas a perfurar o dedo, coletar a amostra de sangue e presumir que a leitura do monitor reflita o nível glicêmico real”, disse Robert Cohen, que estuda o diabetes no Centro Médico da Universidade de Cincinnati (EUA) e não participou do estudo. Segundo disse ele à Reuters Health, os pacientes realmente precisam checar alguns pontos antes de decidirem se o exame foi ou não realizado corretamente. Cohen diz que o exemplo presente neste estudo pode parecer bastante óbvio: resíduos de açúcar nos dedos podem interferir na leitura do monitor. Mesmo assim, ele considera a descoberta importante. Cohen explica que ao utilizar o monitor, o usuário presume que o que está sendo avaliado é o nível glicêmico de seu sangue e não o açúcar presente em suas mãos.“Uma leitura incorreta pode levar o diabético a tomar uma dose desnecessária de insulina. Ele pode correr o risco de ter uma baixa glicêmica devido aos dados incorretos”, disse Cohen.Os autores do estudo concluíram que devemos sempre lavar as mãos antes de utilizar o monitor de glicemia e não confiar na higienização com álcool, principalmente depois do manuseio de frutas.* Por Genevra Pittman
Retirado do blog marianavivendocomdiabete.blogspot.com
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